Ômega 3 para cães: quais os benefícios e quando oferecer ao seu pet?

Ômega 3 é um suplemento bastante popular e que muitos humanos tomam. Agora, será que há algum benefício em dar ômega 3 aos cães?

O que é o Ômega 3?

A gordura é super importante na dieta dos cães, mesmo a gente pensando que não. De qualquer forma, as gorduras desempenham funções diferentes: enquanto umas fornecem apenas energia, outras também contribuem para a saúde geral. Esse é o caso dos ácidos graxos, como Ômega 3 e 6.

O Ômega 3 ajuda a balancear o Ômega 6, que é muito encontrado na maioria dos grãos e das comidas processadas. Já que muitas rações usam grãos como componente principal, cães que comem esse tipo de alimentação costumam ter índices altos de Ômega 6, mas quase nada de Ômega 3.

Quais os benefícios de usar Ômega 3?

  • Ajuda o desenvolvimento do cérebro dos filhotes
  • Ajuda a diminuir a queda de pelos e os deixam brilhantes e saudáveis
  • Diminui a inflamação e a artrite
  • Melhora a resposta autoimune
  • Reduz alergias e problemas de pele
  • Melhora a saúde do coração

Como dar Ômega 3 ao seu cão?

A maneira mais certa é suplementar, mas cuidado: procure um suplemento de boa procedência e que seja livre metais pesados para não piorar a saúde do seu cão em vez de ajudar.

Além disso, é importante buscar uma marca que tenha um DHA e EPA mais alto possível.

Outra opção é comprar sardinhas e dar ao seu cão, pois ele já tem uma quantidade de ômega 3. É isso que eu faço com o meu peludo e tem funcionado.

Então, onde eu encontro Ômega 3?

Você pode comprar um suplemento de Ômega 3 para humanos mesmo, só tome cuidado para que seja de boa procedência.

Outra opção é adicionar sardinha à dieta dele ou até mesmo spirulina.

Quanto de Ômega 3 eu devo dar ao meu cão?

Na verdade, o seu veterinário é que vai dizer. O importante é não dar uma dose maior do que a recomendada, pois senão o seu cão pode ficar com dor de barriga.

O ideal, como sempre, é começar com uma dosagem pequena, em dias intercalados se preferir, e ver como o organismo do seu cão reage. Se ele não estiver com nenhum problema, é só continuar.

Quais os resultados que eu vi no Wurst?

O que eu percebo claramente é que quando ele está tomando a sua porção de Ômega 3 o seu pelo cai bem menos. Eu também já vi os mesmos resultados com cães de outras pessoas.

Há também cães idosos que se beneficiam do ômega 3, pois suas articulações já não estão lá essas coisas ou até mesmo cães que fazem agility e querem prevenir alguma contusão do seu cão.

São inúmeros os benefícios, a única coisa é buscar um Ômega 3 de qualidade para diminuir a chance do seu peludo ingerir toxinas. Se o seu cão tiver alergia a peixe, não se preocupe: já há versões veganas de Ômega 3 no mercado.

Doguinho do ano 2020 – Spitz Fotografia Pet

Se o ano no Brasil só começa depois do Carnaval, agora não temos mais desculpa! E, para comemorar esse ano que se inicia, está no ar o concurso Doguinho do Ano 2020 do Spitz Fotografia Pet!

Todos os pets abaixo, que foram clientes pagantes em 2019, se qualificaram para participar do concurso.

Para os votantes:

Vote na sua foto preferida e concorra a:

  • um crédito de R$700 reais em produtos (quadro emoldurado, canvas ou porta-retrato)* para o primeiro lugar;
  • um crédito de R$150 em produtos (quadro emoldurado, canvas ou porta-retrato) * para o segundo lugar;

Para o Doguinho do Ano:

  • o Doguinho do Ano vai receber lindo presente do Spitz Fotografia Pet : 1 quadro emoldurado 40X50 ou 1 quadro canvas 30×40 com 1 foto do último ensaio (com passe-partout e moldura preta) ou 1 nova sessão com 5 fotos no Parque da Chácara do Jóckey.
  • Além disso, você vai poder dizer que o seu peludo é o Doguinho do Ano de 2019!

Atenção às regras:

*Válido apenas para produtos, como quadros, canvas e porta-retratos. Não inclui a sessão de fotos ou imagens, que devem ser pagas separadamente. Valor não reembolsável. Ensaio sujeito à disponibilidade da fotógrafa. Os ensaios serão no Parque da Chácara do Jóckey. Inscrições repetidas ou da mesma pessoa serão deletadas. A família do participante do Doguinho do ano pode votar em seu próprio pet. Prêmio do votante válido apenas em conjunto com a aquisição (compra) de uma NOVA sessão de fotos.

Para votar, preencha esse formulário com a sua escolha e automaticamente você estará concorrendo aos prêmios. Você pode votar no seu próprio pet se quiser, mas é válido apenas 1 voto por pessoa.

Quando: o sorteio para os votantes será feito no dia 25 de março, por meio de um aplicativo. Já o Doguinho que tiver mais votos ganha. O resultado será divulgado no Stories do nosso Instagram @spitzfotografiapet.

Veja quem são os candidatos:

Quais frutas os cães podem e não podem comer?

Aqui em casa nós somos adeptos da alimentação natural para cães, o que significa que diariamente o meu peludinho recebe porções de proteína, verduras, legumes e também frutas.

Entretanto, é importante dizer que as frutas devem ser a menor porção possível, especialmente se o seu cão tem tendência e engordar, como o meu.

Variedade é a pedida

Mesmo que o seu cão se alimente com ração, é fundamental adicionar frutas, legumes e verduras para adicionar nutrientes. Quem é que gosta de ficar comendo a mesma comida todos os dias? Eu detesto!

E quais frutas o cão pode comer?

Existem muitas lendas urbanas por aí, então eu estou seguindo à risca as dicas da Dra. Sylvia do Cachorro Verde, que é uma profissional em que confio.

  • frutas críticas (com moderação), embora em muitos sites fala-se que não pode
  • manga
  • maçã
  • banana
  • pêra
  • amora
  • morango
  • mamão
  • tomate
  • côco
  • ameixa
  • pêssego
  • caju
  • mexerica
  • melão
  • melancia
  • abacate

Na verdade, tudo isso vai depender do paladar do seu próprio cãozinho. Mas não desista, apresente a fruta uma vez e, se ele não gostar, apresente a mesma fruta um outro dia. Às vezes eles só acham estranho, pois nunca provaram…igual a gente quando come sashimi pela primeira vez.

Entretanto, levando em consideração o paladar apurado do meu peludo, as frutas mais docinhas são as preferidas dele: mamão, manga, banana, macã, pêra, côco (ele fica louco) e melancia.

Frutas que não se pode dar ao cão

Felizmente, são poucas as frutas que não podemos dar aos nossos cães.

  • uva: ela tem uma toxina que pode provocar danos renais aos cães. Há casos em que apenas uma uvinha já tenha provocado dano. O melhor, então, é evitar
  • carambola: também é melhor evitar, pois há uma toxina que o organismo do cão não processa bem.
  • Folhas de abacate: apesar da lenda, cães podem comer abacate (sem o caroço) em quantidade moderada. Só não dê muito, pois pode dar dor de barrriga. Entretanto, a folha é tóxica.

E você? Dá frutas ao seu cão? Quais ele gosta mais?

Alimentação natural para cães: por que mudar? Ela é melhor?

Para nós, humanos, comer alimentos mais naturais significa mais saúde, não é? É simples, pergunte ao seu médico: é melhor comer uma sopa de legumes feita com legumes ou comprar um pacote de sopa pronta de legumes?

Curiosamente, a mesma regra não se aplica aos nossos cães. Por que?

Vocês não acham extremamente curioso que muitos veterinários insistem em dizer que a ração é melhor do que comida de verdade?

Existe um documentário no Netflix falando exatamente sobre isso e vale a pena assistir:

E foi justamente nessa busca incessante por respostas e por ter a melhor qualidade de vida para o meu cão que eu me deparei com essas questões.

Eu realmente achava que a ração era a melhor coisa do mundo

Eu realmente não sabia de nada, até que comecei a pesquisar sobre conservantes artificiais, corantes, etc. Quando filhote, o Wurst tinha muita alergia e eu comecei a ver que existe uma relação entre os corantes artificiais, amidos e alergias, então eu comecei a dar uma ração mais natural possível para ele.

Nessa mudança, eu já percebi que o cocô dele já havia diminuído e estava com bem menos cheiro, mas eu ainda não estava satisfeita: eu ainda queria melhorar ainda mais a qualidade da comida do meu cão.

E foi aí que eu conheci o Cachorro Verde

A Dra. Sylvia, do Cachorro Verde, foi a responsável por abrir os meus olhos para o mundo da alimentação natural. Mas é claro que a minha mudança veio cheia de julgamentos por outras pessoas e também por outros veterinários.

E, acreditem: muitos veterinários acham um absurdo dar alimentação natural para cães, afinal, a ração é a melhor coisa do mundo. Será mesmo?!? Eu cheguei até a ouvir que era irresponsabilidade minha!

E é claro que a alimentação natural não veio sozinha: eu também comecei a pesquisar diversas outras formas mais naturais de cuidar do meu peludo, como antipulgas naturais e também comecei a questionar os protocolos de vacinação. E nesse novo estilo de vida, eu acabei conhecendo a Dra. Kathleen Schwab e hoje é ela que cuida da saúde do meu peludo.

Eu queria fazer a migração para a alimentação natural da forma mais correta possível

Por isso, eu fiz o curso de alimentação natural para tutores da Dra. Sylvia. Eu queria fazer do jeito certo e com uma alimentação balanceada e de acordo com as necessidades do Wurst.

Alimentação natural é vida!

E a migração foi muito tranquila! O Wurst ficou bem contente com a mudança e eu vi até algumas diferenças no pelo dele (que ficou bem mais macio e brilhante), no comportamento (ele não tinha mais picos de energia depois de comer) e no controle do peso.

Hoje, depois de 3 anos dando alimentação natural para o Wurst na versão crua com ossos, posso dizer que estou tranquila com a minha consciência, pois sei que estou fazendo o melhor para ele.

Ah! Mas eu não tenho tempo ou espaço no congelador para fazer alimentação natural para o meu cão!

Rodney Habib falou no TED sobre cães e alimentação e é fascinante. Nas pesquisas que ele fez, ele descobriu que a alimentação é o fator mais importante para prevenção de câncer em cães.

De acordo com a Canine Nutrigenomics, de 30% a 40% dos cânceres podem ser prevenidos apenas com uma mudança alimentar.

Além disso, pesquisas dizem que se você conseguir colocar uma porção de alimentação natural na mistura da ração, isso já seria o bastante para aumentar a longevidade do cão.

Ou seja: se você não tem condições de mudar totalmente a alimentação do seu pet, adicione alguns legumes escuros como brócolis e couve.

Qual o problema das rações?

Se você olhar a lista de ingredientes, eles estarão por ordem de quantidade. Isso significa que, no mundo ideal, ou seja, na natureza, a proteína animal seria a principal fonte de nutriente. Nas rações, no entanto, geralmente é algum alimento com amido, seja milho (que é ainda mais problemático por ser transgênico) ou até arroz por ser mais barato.

Ou seja, até as rações grain free possuem carboidrato, seja em forma de quinoa ou aveia, o que, de acordo com estudos, é tão prejudicial quanto milho ou trigo. Se você entender inglês, vale a pena ler esse texto sobre isso.

Além disso, os cães não absorvem os nutrientes da ração na mesma maneira que absorvem em uma alimentação natural e especialmente na versão crua.

Ou seja: você quer que o seu cão viva mais e mais saudável? Troque a alimentação dele pela natural ou acrescente vegetais na ração.

Quer ver economia de verdade? Mude para a alimentação natural crua com ossos

A alimentação crua com ossos costuma sair mais barato que a ração em muitos casos (no meu caso foi assim) e é bem mais prática de preparar. A cada 15 dias eu coloco cada porção (de acordo com o curso que fiz do Cachorro Verde) em um pote de vidro e congelo. Aí, é só colocar os legumes diariamente. Como aqui em casa nós sempre comemos legumes, frutas e verduras, essa parte acaba virando petisco durante o dia.

Além disso, ao dar alimentação de verdade e balanceada, sei que no futuro as chances dele ter uma velhice sem muitos problemas de saúde são menores, ou seja: é economia na comida e também com veterinários.

Eu quero que o Wurst viva o máximo possível e com a melhor saúde

Ao oferecer alimentação natural para ele, sei que estou fazendo o melhor possível com relação à saúde ele. Eu quero que ele faça agility até quando ele tiver saudável e que viva muito e bem. Bem, pelo menos eu estou fazendo a minha parte.

Parceria em troca de exposição?

Essa manhã eu me deparei com uma proposta muito curiosa: por meio de uma conta de uma cachorrinha, sua tutora entrou em contato sugerindo uma “parceria”. Ela queria que eu fosse fotografar o aniversário da cachorra em “troca” de recomendações e exposição.

Hoje, o mundo do Instagram está cada vez mais cheios de “parcerias”

Eu confesso que acho bem estranho o fato de pessoas já abrirem o seu Instagram pessoal (ou pet) com um propósito comercial. E aí começa a busca por parcerias, tornando o seu perfil praticamente um outdoor ambulante. Não estou dizendo que é o caso dessa pessoa em questão (se é intencional ou não), mas é o de muitas outras.

Cães devem ser cães

E é claro que essa moda de influencers chegou nos perfis de cachorros, né? E o que temos visto por aí? Cães cada vez mais humanizados, com tutores que postam e acham engraçado os seus cães destruírem a casa (e não percebem que isso pode ser uma indicação séria de problemas como ansiedade de separação ou mesmo falta de atividades), looks do dia, etc.

Que tal influenciar as outras pessoas de um jeito mais produtivo?

Alfie: um cãozinho super popular nas redes sociais, fofo e adestrado, mas que pagou como cliente

Não me levem a mal, mas eu não acredito em nada disso. “Dog influencers”, como o nome já diz, influenciam e ditam moda no comportamento das outras pessoas. Então, por que em vez de compartilhar “looks do dia”, não compartilhar um treino novo que você ensinou ao seu cão ou até mesmo um truque novo? Adestramento é uma das coisas mais fundamentais para um cão e o seu convívio em sociedade, mas quase nada se fala sobre isso nas redes sociais.

Fotografia: exploração da paixão

Foi conduzido um estudo da Duke University sobre a “exploração da paixão” em algumas profissões. Este estudo diz que quanto mais uma profissão se aproxima do amor, mais as outras pessoas acham que tudo bem você ser mal pago.

A lógica do pensamento, que na verdade é inconsciente, é de que já que você faz o que ama e se diverte, não tem nenhum pecado ganhar pouco ou até nada, afinal, você vai se divertir, né? Será mesmo?

Você paga as suas contas com exposição? Pois é, eu também não

Propor que uma pessoa trabalhe de graça para você em troca de “exposição” não é justo e é desrespeitoso com o fotógrafo (ou qualquer outro profissional, ainda que este esteja procurando fazer marketing social). Diferentemente de uma marca grande ou um comércio, os pequenos empresários ou profissionais liberais têm pouca margem para destinar a ações como estas. No caso do fotógrafo, que é o que tenho mais conhecimento, o buraco é bem mais embaixo.

Sessão de fotos feita em parceria com a Dog World, escola de agility onde eu pratico o esporte. É assim que eu acredito que os cães devem ser retratados: qualidade de vida para o cão é enriquecimento ambiental e atividade física!

Quando você propõe a um fotógrafo cobrir um evento do seu pet de graça, ele estará gastando a sua hora com você, degradando o seu equipamento, deixando de atender outros clientes (o que significa que na verdade estará perdendo dinheiro) na esperança de ter futuramente algum cliente vindo daquele evento ou que o conheceu através dele. Além disso, é desconsiderado todo o processo de edição, que no meu caso na fotografia fine art é infinitamente mais extenso do que a própria sessão de fotos.

E, pra ser sincera, não existe fotografia fine art de festa de cachorro, né nom?

Fotos de eventos estão mais ligados ao jornalismo: você tira fotos para eternizar os momentos, como faria de um celular, mas sem o status de ter um fotógrafo só para você. Não é uma fotografia super elaborada, com várias horas de edição e um olhar artístico.

Sugerir que eu cubra um evento sem receber nada em troca, além de não ser viável, chega a ser desrespeitoso e não é a minha praia. Depois de gastar muito dinheiro com equipamento, alguns cursos no exterior e diversos outros cursos online em dólar e euro, não existe parceria desse tipo que seja vantajosa para mim.

Foto que eu tirei de um cão que está para a adoção na Dog World

Eu trato parcerias da mesma forma com que trato meus trabalhos voluntários: prefiro ajudar quem realmente precisa ser ajudado ou quem o propósito de vida se encaixa com a minha visão de mundo.

Esse ano, como já havia falado, vou fazer o que realmente acredito e cobrar o valor que eu realmente mereço, mesmo que isso signifique que eu tenha que ganhar menos dinheiro. Eu continuo sendo doutora em literatura pela USP e consigo trabalhos na minha antiga profissão para pagar as minhas contas.

Não me levem a mal, mas eu também preciso ganhar dinheiro exercendo esta atividade que eu escolhi, assim como seria com qualquer outro profissional.

Cães que fotografei de graça para meu projeto de histórias, de como os cães mudam a vida das pessoas

Eu já trabalhei e continuo trabalhando muito de graça. De verdade, já passei meses e meses sem ter um dia de folga, trabalhando de graça. No entanto, chegou a hora de parar. Agora eu já estou em um momento que a minha fotografia já diz por si só e está na hora de ganhar dinheiro que, afinal, é o que todos nós queremos, né? E, se for para trabalhar de graça, que seja por uma causa que eu acredite, que realmente seja nobre.

Teve um caso bem curioso de um hotel que “baniu” influencers de se hospedarem em troca de parcerias. Se você sabe inglês, vale a pena ler esse artigo.

E que tipos de parceria que você aceita?

Primeiramente, quando eu quis fazer parceria, eu entrei em contato com a pessoa, estudei a sua empresa e mostrei a essa pessoa o porquê isso seria benéfico para os dois. Ah, e o principal, eu não mandei uma mensagem “copiar e colar” para todas as empresas que conheço: eu me dei o trabalho de procurar pelo menos o nome da pessoa.

Parceria feita com Rapha Aleixo, um adestrador super competente e com visões de mundo parecidas com as minhas

Se for para fazer um trabalho voluntário, eu farei para ONGs com cães para adoção ou então projetos em que eu acredite; que mostrem a importância dos cães, seja mudando a vida de pessoas ou dos cães de trabalho, seja de assistência a deficientes ou até mesmo adestradores (eles têm que obrigatoriamente usar o adestramento positivo). De qualquer forma, eu tenho que acreditar na pessoa que está do outro lado e admirá-la.

Cães com Instagram ou não são iguais para mim

Ou seja, se o seu cão tem ou não tem Instagram, ele será tratado de maneira igual por mim. No meu mundo, ninguém vale mais ou menos porque tem não sei quantos seguidores. Nossos cães são os melhores do mundo, independentemente de quantos seguidores eles tenham e é isso o que importa. Meu trabalho será feito com o mesmo carinho, com a mesma quantidade de horas e terá o mesmo custo para mim.

Eu também sou uma influenciadora digital

Cães sendo cães: é assim que quero retratá-los

E justamente por isso eu quero divulgar e perpetuar os cães como família, mas especialmente como seres que precisam de muito mais que roupas e comida. Eles devem e merecem ter atividades, enriquecimento ambiental e fazer algum esporte ou atividade física.

E é assim que eu quero mostrar os cães: como seres muito especiais, capazes de mudar a vida dos seus tutores, assim como o meu mudou a minha, mas de uma forma mais natural possível.

Quais perguntas você deve fazer para seu fotógrafo pet?

Hoje em dia, em um mundo em que todo mundo tem um celular ou uma câmera fotográfica, todo mundo acha que é fotógrafo, não é?

E, você, que não entende muito de fotografia, como vai escolher entre um fotógrafo pet e outro?

A verdade é que não existe resposta certa, pois cada pessoa pensa de um jeito e tem um gosto diferente.

Antes de você entrar em contato com aquele fotógrafo, é importante considerar alguns pontos:

Se o estilo de fotografia que ele faz te agrada

Isso é a questão mais fundamental, pra ser sincera. Por exemplo, eu sou uma fotógrafa fine art, especializada em luz natural. O que isso significa? Significa que não adianta você querer fazer fotos em estúdio, pois essa não é a minha praia.

Depois dessa primeira questão, os outros fatores que devem ser considerados para a tomada da sua decisão e é aí que esse questionário pode ser útil.

Preço não é o mais importante

Muita gente pensa apenas no preço quando busca um fotógrafo pet, mas isso não é a coisa mais importante. Na verdade, há muitos outros fatores que são mais importantes: encontrar um estilo que te agrade, um fotógrafo que tenha uma visão de mundo parecida com a sua e que você confie.

E quais as suas respostas, Deise?

Vou deixar aqui as minhas respostas para essas perguntas e o por quê você deve me contratar para o ensaio do seu pet.

  • Eu já fiz diversos cursos de fotografia pet, incluindo cursos com fotógrafos dos EUA, Itália e Holanda. Em 2019 eu fui para eu Europa para fazer 2 workshops com fotógrafos de cães maravilhosos. Depois disso, eu já fiz outros diversos cursos de fotografia pet online e ainda continuo estudando.
  • Sim, eu fiz diversos cursos de comportamento canino, incluindo cursos de reatividade, brincadeiras, relação tutor/cão, jogos, além do conhecimento de agility que tenho por praticar com meu peludo.
  • Sim, a minha edição é praticamente 80% no Photoshop. Lá eu apago guias, coleiras, pessoas do fundo, mudo as cores, adiciono flores e folhas, dou mais definição aos pelos e olhos. Cada edição é única, pois cada cão é único e por isso nenhuma foto pode ser igual a outra.
  • Meu estilo de fotografia é fine art, o que faz com que minhas fotos fiquem mágicas e únicas. Cada foto é cuidadosamente tratada por cerca de 30 minutos. Eu não faço edições automáticas nas fotos, o que barateia o custo do serviço, mas também faz com que todas as fotos fiquem iguais. Eu amo demais todas as cores para ficar presa a um conjunto de cores.
  • Eu decidi ser fotógrafa pet porque é o que eu amo fazer. Eu realmente acredito que a minha missão é capturar o amor entre os tutores e seus pets de uma maneira muito especial. Transformar os pets em obras de arte é a minha missão e tudo porque o meu cachorro me mostrou que é possível fazer o que ama.
  • Sim, sempre que possível eu faço trabalho voluntário. Eu visito tanto o abrigo da Dog World para fotografar os cães quanto o abrigo da Cão sem Dono. A ideia é fotografá-los para eles serem adotados mais rapidamente.
  • O que faz de mim única do mercado é a minha visão. Eu tenho conhecimento de comportamento canino, o que me faz ser capaz de fotografar qualquer tipo de cão. Sou doutora em literatura pela USP, ou seja, sou uma nerd, não tem jeito, mas antes de tudo, eu sei contar uma história: eu só mudei o instrumento, em vez da caneta, estou usando a câmera fotográfica. Eu não paro de estudar e estou sempre fazendo cursos para aprimorar a minha técnica. Além disso, sou competidora de agility e conheço o movimentos dos cães para melhor fotografá-los. A minha missão é transformar a sua história e do seu pet em uma linda obra de arte, em uma história por meio da fotografia.

Clarisse: “Eu precisei aprender tudo com o Alfie”

A Clarisse cresceu viajando por conta do trabalho dos pais. Como eles iriam se mudar para a Inglaterra e naquela época havia quarentena, eles tiveram que deixar o cachorro com o criador, pois era muito difícil para o cão ficar imune (fisicamente e psicologicamente) à quarentena.

Por volta dos 16 anos, quando eles voltaram ao Brasil, eles pegaram um outro Dachshund, que era o mais calminho da ninhada. Como ele era um cão muito fácil de ser treinado, ela achou que sabia tudo sobre cães.

Até que o Sigmund morreu e ela sentiu falta de um outro cão. Ela entrou em contato com um abrigo, mas eles mentiram para ela: disseram que o cão que estava para adoção era pequeno, tranquilo. Quando ela chegou lá para trazê-lo para SP, ele era grande e completamente diferente. E, como não tinha como ela prover uma rotina saudável a esse cão, ela acabou desistindo de adotá-lo.

Ela começou a pesquisar muito sobre cães e decidiu que pegaria um cão filhote. Aí ela começou a pesquisar cães que não fossem tão agitados e que não tivessem ansiedade de separação. Ela estava buscando o cão perfeito. rs

E foi com esse pensamento que ela começou a pesquisar canis de salsichas e escolheu o melhor que cumpriam os critérios dela. Ela queria um cão sólido, sem problemas comportamentais (como era o Sigmund), mas logo a vida teve que ensinar umas coisas a ela: desde o começo ela percebeu que o Alfie tinha ansiedade de separação.

No começo ele sempre ficava com alguém e ela foi indo de adestrador para adestrador até encontrar um protocolo que funcionasse com ele. E foi aí que ela conheceu a Psicovet, da Daniela Ramos. Hoje ele consegue ficar até 7 horas sozinho!

Ela precisou ensinar ele tudo: a descansar, a não comer coisas que estão na rua, a ser mais confiante… O Alfie é bem mais sensível ao comportamento de cães e outros humanos e ela teve que aprender a ler os sinais.

A Clarisse correu atrás de cursos, treinamentos e atividades que fossem boas para ele. Ela teve que reaprender diversas coisas que ela achava que já sabia, pois o Alfie era diferente, mas o mais importante foi que ela aprendeu a respeitá-lo. E olha que meninão fofo que ele se tornou?

Clarisse, muito obrigada por contar a sua história!

PROJETO HISTÓRIAS DE TRANSFORMAÇÃO DE PESSOAS E SEUS PETS

Estamos vivendo um período bem triste da nossa história, cheio de violência e intolerância e acredito que um pouco de amor é sempre bem-vindo. Por isso, decidi criar esse projeto novo, em que compartilharei aqui no site histórias de pessoas que tiveram suas vidas transformadas pelos seus pets. Todas as pessoas que aceitarem participar ganharão a melhor foto do ensaio e também um pôster 20X30.

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Cassiana e Renan: “foram os cães que nos uniram”.

Cassiana morava em Curitiba e fazia agility há alguns anos com o seu cão (entre idas e vindas). Como não havia muitas provas em Curitiba, ela começou a vir para SP para competir. E foi em um evento desses que ela conheceu o Renan e eles se apaixonaram.

Ah, mas é claro que a vida teria que brincar com a situação, né? Eu falei que o Renan mora em SP? Pois é!

Então, durante o período de namoro eles acabavam se encontrando de acordo com o calendário das competições de agility até que eles se casaram e a Cassiana veio morar em SP com cão e tudo, é claro!

Eles já viajaram para o Mundial de Agility e estão sempre em ótimas colocações no ranking brasileiro. Mesmo trabalhando o dia todo eles dão um jeito de treinar os peludos, nem que seja à noite, alugando uma quadra e levando os equipamentos próprios.

Infelizmente, eles passaram por uma grande tristeza, pois uma de suas cadelas, a Chilli, morreu de forma inesperada, mas pelo menos agora eles têm a filha dela com o Nico (que também é um cão deles) para tentar, de alguma forma, preencher o vazio.

A Ice veio para mostrar uma coisa: as dificuldades da vida só nos fazem ficar mais fortes, né?

Renan e Cassiana: muito obrigada por contar a história de vocês.

PROJETO HISTÓRIAS DE TRANSFORMAÇÃO DE PESSOAS E SEUS PETS

Estamos vivendo um período bem triste da nossa história, cheio de violência e intolerância e acredito que um pouco de amor é sempre bem-vindo. Por isso, decidi criar esse projeto novo, em que compartilharei aqui no site histórias de pessoas que tiveram suas vidas transformadas pelos seus pets. Todas as pessoas que aceitarem participar ganharão a melhor foto do ensaio e também um pôster 20X30.

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Doriela: “O Barthô foi o primeiro SRD a chegar no Grau 3 no agility”

Doriela: "O Barthô foi o primeiro SRD a chegar no Grau 3 no agility"

A Dori tinha uma cachorrinha, a Filózinha, e ela ajudava uma ONG sempre que podia. Um certo dia, uma protetora veio mostrar um cachorrinho de 30 dias para ela.

Doriela: "O Barthô foi o primeiro SRD a chegar no Grau 3 no agility"

Esse peludinho estava com moradores de rua e eles amarraram um barbante no rabinho dele para necrosar e cair e, como estava infeccionado, ele chorava muito.

Ela já havia gostado dele, mas não sabia se o seu marido iria gostar da ideia de ter 2 cães. Assim que ele concordou, mesmo tendo um pouco preconceito com macho (achando que ficaria marcando território), ela decidiu ficar com ele.

Mesmo depois de já tê-lo adotado, ele ainda ficou uns 15 dias na casa da cuidadora para se recuperar. Quando ela foi vê-lo, o seu rabinho estava totalmente cicatrizado e normal, o que foi uma surpresa, pois o veterinário havia falado que o pelo não iria mais crescer naquela região.

Doriela: "O Barthô foi o primeiro SRD a chegar no Grau 3 no agility"

A Dori percebeu que ele gostava muito de saltar e correr. Até que uma adestradora indicou uma escola de agility, a Dog World. O Barthô foi o primeiro SRD a chegar no Grau 3 no Brasil. Para quem não conhece esse esporte, podemos dizer que ele é tipo um faixa preta. Sacou a importância?

Os dois fazendo pista é uma das coisas mais lindas que eu já vi…a sintonia que eles têm é incrível. Sabe aquela coisa de alma gêmea? Então, é isso!

E agora, a Dori adotou uma outra cachorrinha, a Giulietta. Uma menina cheia de energia e que também está começando no agility. Do jeito que a Dori é focada, não tenho dúvidas de que será mais uma parceria incrível. <3

Dori, muito obrigada por compartilhar a sua história! 🙂

PROJETO HISTÓRIAS DE TRANSFORMAÇÃO DE PESSOAS E SEUS PETS

Estamos vivendo um período bem triste da nossa história, cheio de violência e intolerância e acredito que um pouco de amor é sempre bem-vindo. Por isso, decidi criar esse projeto novo, em que compartilharei aqui no site histórias de pessoas que tiveram suas vidas transformadas pelos seus pets. Todas as pessoas que aceitarem participar ganharão a melhor foto do ensaio e também um pôster 20X30.

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Claudia: “Ter o Chewie foi um sonho realizado”

A Cláudia foi aquele tipo de criança meio “Felícia”, sabe? Ela ficava louca quando via um cachorro e não conseguia se controlar, tanto que ela tem diversas fotos com cães de pessoas desconhecidas.

Mas, para sua tristeza, sua mãe não deixava ela ter cães, o que só aumentava ainda mais a vontade dela de ter um.

O tempo foi passando, ela foi mãe solo e continuava sem um cãozinho. Mesmo assim, ela ainda fazia como quando era criança: ficava apertando os cães na rua.

Até que o seu marido deu de presente para ela o Chewie, em um momento em que ela estava se sentindo um pouco sozinha, já que seu filho agora é adolescente e já tem sua própria rotina.

E não é que ele chegou em uma ótima hora? Ela teve que fazer um procedimento cirúrgico e adivinha quem foi o maior companheiro dela? O Chewie, claro!

Por causa dele, ela até está estudando sobre direito condominial e sua relação com pets. A ideia dela é unir os condôminos para conseguirem ter o direito de transitar com seus pets nas áreas comuns do condomínio, quem sabe até um pet place. E foi assim que surgiu o Pets 185.

“O Chewie é um filho, um amigo, a melhor coisa que poderia ter acontecido na minha vida”, ela disse.

Projeto Histórias de Transformação de Pessoas e seus pets

Estamos vivendo um período bem triste da nossa história, cheio de violência e intolerância e acredito que um pouco de amor é sempre bem-vindo. Por isso, decidi criar esse projeto novo, em que compartilharei aqui no site histórias de pessoas que tiveram suas vidas transformadas pelos seus pets. Todas as pessoas que aceitarem participar ganharão a melhor foto do ensaio e também um pôster 20X30.

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